domingo, 19 de junho de 2011

Febre-"quentum".




(A iniciação de um pré apóstolo: água, joelho em rosca e febre; química, só após as nove horas)


A creolina tratou como

dose, o emblema

salivar, que deveria ser salvo

em memória de

Rimbaud;


“Dormi aos quilos,

cabeça pesada trouxe-me

febre”


O quadrangular ato “declamar profecias” sugere desordem. Trata-se de “mastigação vascular”. Não havia sequer encordado os pulsos à maneira de Judas.

Reinou até sua janela-exclusiva-fora-da-gema-décima-sétima-chuva. A cada gotícula – nova-abertura.


“As pernas caem em pé,

porque os bíceps dos homens

estavam separados dos troncos.

Tenho que manter o sol”;


A visão tetraplégica

Minguou consigo as

mãos, chaves-verduras e competência:

“És preciso que migre Deus

para trazê-lo próprio

de volta à vida”;


Rimbaud-tá-morto.

Judas excomunga.


Travestir cães eucariontes enquanto

o mundo está ardendo,

e não culpar “melódico”

ao gerir espectral

confundes o feto com

“parir à mão-falácia”;


Disfarças

a ligeira extinção:

do que vale cortar as mãos fora,

pensando em sacrifício, carne,

tempero humano e sátira, se “Nimbus”

é oratório por dentro

de Pedro e seus leões

magistrais?


(As nove bestas voltaram às tranquilas e desenvoltas frases – acrescentei três:)


- Birra do conjunto.

- Célebre.

- Profetizar espaço.

- Mundo-acabar.

Rimbaud ingere veneno, observemos.


-||-


Cataclisma. Invenção e “Aufos”.

Os bichos desidratados por

sangues. Sem dor.

observa-se por Tekir –

ao nome da montanha – o

que vier de religiosidade

incrementa o

linguajar-de-pano:

§ That fat cigarrete §


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Movimenta a boca,

frenteira rocha,

de ré-possível;

Noé desembaraça a criação

de nova década


(Por inventos, remava em sangue)


& “Yggur” prazer “movimentício”


Os dois nobres cavalheiros

já mantém seu fosco rasante

“Giacinto, quebras?

A dicção Rimbaud

processou alumínio;

Tragá-lo-ei na volta?”


A monstra cessou o que parir. Ungiu o translúcido objeto de nádega. O hummano desdém perdia o uniforme “sente-se”.


Retumbou a explicação-em-semi-latim:

“Ol mundio – língua desgraça –

jirás trendefe;

orimás desquigucero”


(O portal fechou-se. Coma, segundo os médicos. Cata-vento obsoleto. “Gíria-hydrus”)

Detonar Platão e seu raciocínio enxuto. Achar o “suicida diplomático” enfermo. Trazer coragem e meias; obstruir os pés

Pedi que me levassem. Os “Tácagros” vendiam cabeças felinas.

E o sangue continua pesado; passado tempo fora...


“Aturdi, MESTRE!

Comeste alma até chegar aqui!”

Os chifres “elpucidaram” o

apocalipse.

Denegrir o funco plasmo

da “lenda-Jesus”


-||-


Enlouqueças, pense que és mundo. Covário em corjas

Cintilantes.

Emendarei o fel nas construções de paraíso

(Rimbaud gargalha. Apaixonou-se por meu fim de sua época.)


2 comentários:

MARCELO FARIAS disse...

Que Rimbaud seja louvado, Trish! Quanta saudade! No momento em que eu pensava que meu blog ia morrer, surges como anjo salvador, em versos arrebatadores!

Trish River disse...

Obrigada pelo elogio, Marcelo... =)