segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

PAPA ANJO























Instintivamente cravou-lhe um beijo.

Destilando sadismo pelo ouvido da garota, desceu a língua pelos mamilos enquanto bolinava sua pequena vulva. Cheirou profundo os dedos, lambeu-os. Impelido pelo corpinho novo de menina, estocou profunda e cadenciadamente seu pau naquela gruta já providencialmente umedecida por cuspe. Pediu-lhe _Posso gozar em sua boquinha, anjo? _lambuzando-a em abundância com seu sêmen velho e doente.

Fechou o zíper e ainda ofegante, cobriu o corpo morto há dias, guardando-o com desvelo em uma das gavetas do IML.




Muryel. Ilustração: Desconstrução_by_Nonamething.

2 comentários:

MARCELO FARIAS disse...

Pútrido!

Me Morte disse...

Eu fiquei chocada, com ódio mesmo, vc conseguiu,rss
Eu tenho um conto mais ou menos no mesmo estilo, vou postar aqui pra vc ver.
Parabéns!