
Não levo comigo os meus sonhos quando acordo;
Pois sinto que seria deveras cedo para que a realidade soubesse o que fazer com eles.
Tive comigo, o cálice dos deuses de todos os lugares;
E de todas as mil pérolas ou jóias que possuí,
Só restaram lágrimas de outrem.
Por saber demais - talvez...
Rico! Saia por uma porta de vidro maciço,
E não retornes à sua alma perdida!
Querida vida!
Promessas suas são a minha sabedoria;
Que em madeira ou em palha aliviam;
As matérias indevidas e condicionadas ao passado.
Portanto, sou - rato.
Algum ser rastejante pelo asfalto;
Que cobre a cidade com mentiras...
Não absorvo a verdade;
Só a rusticidade da sabedoria.
Um comentário:
Eu tava com saudade dessa bebida forte!... Sempre descendo rasgando!
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